Venci o preconceito contra o vitiligo transformando minha pele em arte

O que os outros podiam perceber como imperfeição, eu transformei em algo belo e fiz que a vitiligo fosse mais aceita do que era antes

Gregory Prudenciano

A americana Ashley Soto viu no próprio corpo a oportunidade de lutar contra o preconceito | <i>Crédito: Reprodução Instagram / Redação Sou Mais Eu
A americana Ashley Soto viu no próprio corpo a oportunidade de lutar contra o preconceito | Crédito: Reprodução Instagram / Redação Sou Mais Eu
Uma americana de 21 anos, moradora de Orlando, na Flórida, sofreu a vida toda com as piadas que faziam dela. O motivo? Ashley Soto tem vitiligo, doença que cria grandes “manchas” brancas na pele. Para dar a volta por cima, ela decidiu transformar o próprio corpo em arte usando as marcas da vitiligo para criar desenhos incríveis!

Ashley decidiu expor seu corpo e sua beleza depois de uma mulher perguntar a ela se Ashley havia “tomado banho de cloro”. A indignação diante da pergunta fez com que Soto deixasse de lado as roupas longas e passasse a exibir pele e curvas em seu perfil no Instagram (@radiantbambi), que já conta com quase 90 mil seguidores. Nos desenhos que faz, a moça traça as manchas do vitiligo e cria belos desenhos que fazem sua pele lembrar um grande mapa. Nas fotos que publica ela brinca com essa semelhança. 

“Eu estava sempre tentando encontrar um modo de olhar para minha pele de um jeito positivo e eu não conseguia fazer antes de começar a me pintar. Agora, o que os outros podiam perceber como imperfeição, eu transformei em algo belo e fiz com que a vitiligo fosse mais aceita do que era antes”, explicou Ashley. “Eu vou continuar criando diferentes obras de arte com minha pele na esperança de ajudar outras pessoas nesse processo de auto-aceitação”, concluiu. 

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18/03/2017 - 08:00

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