"Reencontrei meu grande amor depois de 14 anos de distância"

Jislaine e Altamiro se apaixonaram na época da faculdade, mas tomaram rumos diferentes ao longo da vida

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Jislaine e Altamiro | <i>Crédito: Arquivo Pessoal
Jislaine e Altamiro | Crédito: Arquivo Pessoal
Foi na época da faculdade, em 1988, que conheci o Altamiro em uma balada lá em Bandeirantes, cidade dos meus pais, no Paraná. Foi sintonia à primeira vista. Um mês depois, nos beijamos e nos apaixonamos! Eu estudava em Maringá, a 200 km dali, mas mesmo assim engatamos o namoro. Viajávamos toda semana para nos ver e eu sentia que era ele o homem da minha vida. 

Só que, dois anos depois, meu amor se mudou para uma cidadezinha no Mato Grosso do Sul. Agora eram oito horas de viagem que nos separavam e naquela época não existia internet e toda essa facilidade de comunicação. Nós mal nos falávamos. Até telefone era difícil. Isso me torturava. Então, um dia, depois de dois meses sem vê-lo, decidi que era melhor terminar. Ele aceitou e nunca mais nos falamos. Segui minha vida: me formei, fui morar no Rio de Janeiro, me casei, tive uma filha, me divorciei... Mas nunca esqueci o Altamiro. 

Sentia saudade, mas como não fazia ideia do paradeiro dele, não tinha esperança de reencontrá-lo. Até que, em dezembro de 2004, ele foi a Bandeirantes e aproveitou pra visitar minha família. Minha irmã contou que eu estava divorciada e o Altamiro pediu meus contatos. Ele me escreveu um e-mail gigante e disse que pensou em mim durante todos esses anos. Falei que havia resquícios de sentimentos em mim. Aí, em julho deste ano, resolvemos nos encontrar para ver o que ainda restava dessa história. Foi lindo! 

O Altamiro levou 14 rosas e disse que representavam cada ano que ele tinha ficado longe de mim. Passamos o fim de semana inteiro juntos, parecíamos os mesmos jovens apaixonados do passado. Desde então, nunca mais nos separamos. Um ano depois, me mudei aqui para Campo Grande, onde ele já morava, e nos casamos com festa e tudo! Tivemos uma segunda chance para nossa história de amor e dessa vez não deixamos escapar! - JISLAINE GUILHERMINO, 45 anos, farmacêutica, Campo Grande, MS

“Não foi obra do acaso, foi uma busca” “Quando a Jislaine terminou comigo, lá em 1990, fi quei muito triste. Mas, por orgulho – e imaturidade –, acabei deixando pra lá. E levei minha vida. Só que a Jis insistia em aparecer nas minhas lembranças. Quando bati no portão da mãe dela já com a intenção de ter notícias do meu amor da juventude, eu estava divorciado. Decidi arriscar enviando um e-mail. Deu certo! Quando nos reencontramos, levei cartas e fotos antigas nossas que eu tinha guardado. Foi muito gostoso relembrar e ver nosso amor reacender. Não foi o acaso que nos reaproximou, foi o querer mesmo, foi minha busca. Ficamos esse tempo todo longe, mas agora temos o resto de nossas vidas para vivermos juntinhos!” - ALTAMIRO BARBOSA, 46 anos, engenheiro agrônomo, Campo Grande, MS

05/08/2015 - 09:00

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